31 de março de 2013

A Rainha Suprema - Opinião


Título: A Rainha Suprema (As Brumas de Avalon #2)
Autor: Marion Zimmer Bradley
Editora: Difel
Páginas: 319
Sinopse:
"A Rainha Suprema é a belíssima Gwenhwyfar, que vive dividida entre a fidelidade que deve ao Rei Supremo, o rei Arthur, com quem se casou, e a enorme paixão que sente por Lancelet, cavaleiro invencível, capitão de cavalaria dos exércitos e o amigo mais íntimo do seu marido. E não sabe, Gwenhwyfar, se é o respeito pelo juramento que fez no dia do seu casamento ou o temor de pecar contra os mandamentos de Cristo - de quem é fervorosa seguidora - ou ambos, o que a impede de consumar por actos o que em pensamentos, não consegue evitar. É tão ardente o seu desejo de que Cristo triunfe na Terra que não hesitará em persuadir o rei Arthur a trair o juramento que fizera de lutar sob o estandarte real de Pendragon, tudo fazendo para que a decisiva batalha contra os saxões seja travada unicamente sob o estandarte da Cruz de Cristo, que ela mesma bordou. 

Mas maior do que a angústia de uma paixão impossível é o sofrimento em que vive, por não conseguir consumar o seu casamento oferecendo um filho ao rei. Nem os mistérios insondáveis de Deus são conforto suficiente para tanta dor e sofrimento. 
E é nesta angústia, ou, quem sabe, na secreta esperança de, sem pecar, poder consumar a sua paixão ardente dando à luz um herdeiro ao reino, que a bela Gwenhwyfar decide entregar-se nas mãos da Deusa. Mas, se são difíceis de compreender os caminhos de Deus, o que poderá acontecer quando se procura modificá-los com encantamentos e magias?"

Opinião

Neste A Rainha Suprema, seguimos a história que acabou no primeiro volume. Como não há um corte, as coisas acabam por fluir muito bem de um livro para o outro e continuamos a seguir as histórias de Morgaine, Gwenhwyfar, Artur e Lancelet. 

Continuam as tensões entre o mundo pagão e o mundo cristão, onde temos Gwenhwyfar como defensora máxima da Igreja: fanática, intolerante, demasiado pia para meu gosto, rejeitando completamente a religião da Deusa e Avalon, considerando-a coisa do diabo, tal como todos aqueles que a professam. Nunca pensei detestar tanto uma personagem como detestei neste livro. Cheguei a pensar, em algumas partes, "mas porque é que ela não se atira de uma ponte abaixo e morre?". É tão choninhas, passa a vida com medo de tudo, a chorar, a pensar que é uma pecadora e "oh meu deus, o que fiz para merecer isto, se eu rezo todos os dias" e epá... é irritante, é desgastante e eu só revirava os olhos. Acho que só detestei assim uma outra personagem: a Cathy, do Monte dos Vendavais.

Passando à frente, o que eu mais gostei no livro, à semelhança do anterior, foi dos cenários e personagens ligadas a Avalon. Ou seja: Morgain, Merlim, Viviane e Kevin, o harpista. São mais tolerantes, compreensivos, sábios e tudo o que diz respeito à antiga religião e a Avalon está sempre envolto num certo misticismo que sempre me atraiu, uma espécie de brumas, também.

Para além das tensões religiosas e dos vários debates que temos sobre elas, vemos o crescer do reinado de Artur, da sua corte, somos introduzidos a mais personagens que começam a fazer parte do seu círculo mais íntimo e que lutam a seu lado na guerra contra os invasores saxões. Nesta parte, senti falta das descrições bélicas, que costumam ser habituais em livros deste género. Porém, como toda a série é descrita sob o ponto de vista das mulheres, percebo que essa parte esteja ausente e vemos como as mulheres acabam por viver quando os seus homens partem para a guerra. E se no primeiro volume o destaque vai para Morgaine e Viviane, neste segundo livro o destaque é, sem dúvida, Gwenhwyfar. Parece que, tal como o Cristianismo se vai sobrepondo às religiões pagãs, também as personagens ligadas a Avalon vão passando para segundo plano. Porém, quando Morgaine entra em cena, sinto que ela se sobrepõe completamente a Gwen.

E aquele final?? Não, não vos vou contar como é o final, mas... não sei, pareceu-me um bocado "wtf?" De certa maneira, estava a pensar nisso, porque durante a história pensei várias vezes "olha, só faltava acontecer isto" e depois no fim acabou por acontecer. Mas é estranho, porque não estou a ver uma cena daquelas num mundo real e naquela época... Foi estranho.

Concluindo: gostei bastante deste livro, mas tinha adorado se não fosse pela Gwenhwyfar.

5/6 - Muito Bom

(Esta leitura conta para o desafio Mount TBR Reading Challenge 2013)

25 de março de 2013

Só Ler Não Basta - Episódio 3.2 "Steampunk"

E aqui está mais um episódio do Só Ler Não Basta, em conjunto com as meninas da Clockwork Portugal, sobre Steampunk! Espero que gostem, e já sabem queremos os vossos comentários e opiniões nos blogs, Goodreads e coisas que tais :)



E aqui ficam os links sobre os livros de que falámos:

Blog do Clockwork Portugal - http://www.clockworkportugal.com/

Saga The Iron Seas da Meljean Brook - http://www.goodreads.com/series/51381-iron-seas
Série Leviathan de Scott Westerfeld - http://www.goodreads.com/series/46550-leviathan
Série Parasol Protectorate Gail Carriger - http://www.goodreads.com/series/46888-parasol-protectorate
O Reino Mais Além das Ondas de Stephen Hunt - http://www.goodreads.com/book/show/13334399-o-reino-mais-al-m-das-ondas

18 de março de 2013

A Senhora da Magia - Opinião


Título: A Senhora da Magia (As Brumas de Avalon #1)
Autor: Marion Zimmer Bradley
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 304
Sinopse:
"Morgaine é ainda uma criança quando testemunha a ascensão de Uther Pendragon ao trono de Camelot. Uther deseja Igraine, a mãe de Morgaine, presa a um casamento infeliz com Gorlois. Mas há forças maiores que estão em curso e que se preparam para mudar as suas vidas para sempre. Através da sua sacerdotisa Viviane, Avalon conspira para unir Uther a Igraine e dessa aliança nascerá Arthur, a criança que salvará as Ilhas. 

Morgaine, dotada com a Visão, é levada por Viviane para Avalon onde irá receber treino como sacerdotisa da Deusa Mãe. É então que assiste ao despertar das tensões entre o velho mundo pagão e a nova religião cristã. O que Morgaine desconhece é que o destino irá armar-lhe uma cilada e pô-la, de novo, no caminho do meio-irmão Arthur da forma que menos espera..."

Opinião:

Durante algum tempo tentei manter-me afastada de tudo o que fossem abordagens modernas à lenda arturiana, por causa da minha tese, para não me confundir nem influenciar em nada. Mas como as coisas parecem estar na recta final, decidi lançar-me a esta série da Marion Zimmer Bradley, As Brumas de Avalon

Este primeiro livro, A Senhora da Magia, começa com eventos anteriores ao nascimento de Artur. Começamos com Igraine, sua mãe, nos primeiros anos de casamento com Gorlois, Duque da Cornualha, e a sua vivência com a filha, Morgaine, e com a irmã, Morgause. Depois assistimos à ascensão de Uther ao trono da Bretanha, ao nascimento de Artur e a tudo o que se lhe segue (vá, que é para não começar para aqui a spoilar as pessoas...).

Penso que a principal novidade na abordagem desta lenda, por parte da autora, é o foco nas mulheres. As mulheres são as protagonistas, a ênfase está na importância do feminino em toda a vida de Artur: as mães, as sacerdotisas, a Deusa, o Sagrado Feminino. Sem isto, Artur não seria nada. E entre estas mulheres, Morgaine tem o destaque principal. Gostei imenso desta personagem. Desde a sua personalidade, ao mesmo tempo submissa e questionadora (até um pouco rebelde, mais para o fim), até aos ensinamentos que recebe em Avalon, passando por todos os desafios que enfrenta, Morgaine é uma mulher que se forma, neste livro, para, penso eu, se afirmar nos próximos livros como mulher forte e magnífica, representante da cultura e religião que parece estar a desaparecer no território britânico.

Outra coisa que adorei, foi a presença das tensões entre a religão cristã e as velhas crenças pagãs, de raíz celta. Com a cristianização do território, a religião celta começou a ser apagada da cultura e sociedade britânica e isso é muito bem demonstrado neste livro. Avalon será, talvez, o último reduto da velha fé, a mesma fé que vai levar Artur a ser um dos maiores reis daquela terra.

Entre tensões políticas e religiosas, temos todo aquele mundo místico ligado a Avalon e à sabedoria antiga, carregada por parte das sacerdotisas e dos druidas. Foi, em grande parte, isso que me fascinou. Todas as crenças, os rituais, os feitiços, o modo de vida, as visões que elas têm de mundos que passaram e de mundos que hão de vir... para mim, tudo isso é fascinante e transporta-nos, realmente, para aquele tempo. Para a convivência harmoniosa com a natureza e com tudo o que vive nela, para o buscarmos a verdade dentro de nós próprios, para os mistérios ligados aos celtas e para a importância da Deusa num mundo governado por homens.

Penso que não houve nada que eu não tenha gostado, neste livro. Gostei da época em que se conta a história, gostei da narrativa e da escrita da autora, gostei dos detalhes históricos em relação à instabilidade política daquela época e às tensões religiosas, gostei do foco nas mulheres e de toda aquela aura mística. Quanto às personagens, adorei Morgaine, gostei de Artur (mas como não apareceu muitas vezes, também não me posso pronunciar muito), gostei da sabedoria de Merlin e Vivien conseguiu arrancar-me sentimentos mistos, devido a alguns acontecimentos. No início gostei de Igraine, mas à medida que a história foi avançando comecei a desgostar dela, pelas suas atitudes e indiferença ao que se passava à volta dela. Quanto a Morgause, estou curiosa para ver o que aí vem...

Ai, nunca mais me calo com isto! Olhem, adorei o livro, é completamente a minha praia, está muito bem escrito, nota-se que foi feita uma pesquisa minuciosa quanto ao período descrito e aconselho a quem gosta das lendas arturianas!

5/6 - Muito Bom 

(Esta leitura conta para os desafios Monthly Keyword Challenge 2013 e para o Mount TBR Reading Challenge 2013)

17 de março de 2013

Divulgação: Projecto Adamastor


A semana passada foi algo conturbada, por isso este post ficou por escrever, porque me esqueci dele... Mas como mais vale tarde do que nunca, fica aqui o post dedicado ao Projecto Adamastor, uma biblioteca digital de obras em língua portuguesa, de domínio público, e que está disponível de forma gratuita, em formato EPUB. Este é o texto de apresentação do projecto:


O mercado do livro digital, que nos últimos anos tem vindo a crescer significativamente no estrangeiro, começa agora a desenvolver-se no nosso país, beneficiando da descida de preço dos eReaders e da proliferação dos smartphones e tablets. No entanto, estratégias editoriais à parte, tal desenvolvimento está limitado pela insuficiente oferta de títulos em português, num formato apropriado para leitura nesses dispositivos electrónicos.
Neste sentido, o Projecto Adamastor tem como principal objectivo atenuar essa escassez através da criação de uma biblioteca digital de obras literárias em domínio público, obras essas que serão disponibilizadas de forma gratuita e em formato EPUB, sem qualquer tipo de restrição.
Tal não significa que o projecto se resuma à mera conversão de textos disponíveis online, bem pelo contrário: os colaboradores do Projecto Adamastor procuram acrescentar valor através de uma revisão cuidada de cada obra, de modo a minimizar o número de erros e a atingir uma versão fiel ao original, actualizada de acordo com a ortografia vigente. Tudo isto acompanhado por um design atractivo.
Uma iniciativa desta natureza depende de trabalho voluntário, pelo que se estiverem interessados em colaborar podem entrar em contacto connosco através do email geral@projectoadamastor.org, ou do formulário de contacto.

12 de março de 2013

The Iron Duke - Opinião

Título: The Iron Duke (Iron Seas #1)
Autor: Meljean Brook
Lido no Kobo
Sinopse
(do Goodreads):

"After the Iron Duke freed England from Horde control, he instantly became a national hero. Now Rhys Trahaearn has built a merchant empire on the power-and fear-of his name. And when a dead body is dropped from an airship onto his doorstep, bringing Detective Inspector Mina Wentworth into his dangerous world, he intends to make her his next possession.

But when Mina uncovers the victim's identity, she stumbles upon a conspiracy that threatens the lives of everyone in England. To save them, Mina and Rhys must race across zombie-infested wastelands and treacherous oceans - and Mina discovers the danger is not only to her countrymen, as she finds herself tempted to give up everything to the Iron Duke."


Opinião:

Eu tentei... A sério que tentei. Mas não consegui! O que se faz quando se chega quase a metade do livro e não nos conseguimos enquadrar no ambiente, na história, não conseguimos sentir empatia com as personagens? Eu costumo desistir. E foi o que fiz, porque acho que não vale a pena estar a insistir em algo que não estamos a gostar, ou a que estamos completamente indiferentes. Mas vamos por partes.

The Iron Duke foi o primeiro livro do género Steampunk que li (ou tentei ler). Para quem não sabe o que é Steampunk, aqui está uma pequena definição que podem encontrar na Wikipedia

No início do livro conhecemos a personagem principal desta história, Mina Wentworth, que é inspectora e vê-se a braços com um homicídio de contornos misteriosos em casa do dito Iron Duke, Rhys Trahaearn. Rhys é quase uma espécie de salvador da pátria, em Inglaterra, uma vez que livrou os ingleses do controlo da Horde, que governaram o território durante duzentos anos. Contudo, essa revolução ainda é demasiado recente e os ingleses continuam a viver sob um clima de suspeição e de algum medo. A história desenrola-se, então, tendo Mina e Rhys como personagens principais que tentam resolver o puzzle que é esse homicídio: ela, por um lado, quer prender e levar à justiça o criminoso; ele, por outro, quer fazer justiça pelas próprias mãos.

Toda a história se desenrola tendo como cenário uma época vitoriana altamente industrializada, povoada de avanços tecnológicos que, no espaço real, não existiram. Alguns são interessantes e dão à história um mundo alternativo no qual a narrativa se encaixa. Porém, não me consegui habituar. Talvez porque tenha sentido que caí naquela história um pouco de pára-quedas, em que só nos são explicadas as coisas à medida que a narrativa vai avançando, numa qualquer situação em que, por acaso, até faz sentido que se explique algum pormenor. Temos que ir lendo para que algumas coisas façam sentido para nós, e isso fez-me um bocado de confusão e acabava por me distrair, porque não percebia. Não quer dizer que o mundo esteja mal construído, eu é que achei demais para alguém que lê pela primeira vez um livro deste género e não está habituada.

Depois, também tive um problema com as personagens, uma vez que não me consegui identificar com nenhuma delas, nem sentir empatia por elas. Rhys, o Iron Duke, é um homem com um passado duvidoso, tendo sido pirata, embora levado a herói nacional por ter libertado a Inglaterra do controlo da Horde. Apesar disso, é misterioso, sedutor, poderoso e obtém sempre aquilo que quer. Mina é uma detective que ainda luta pelo seu espaço naquele mundo, uma vez que tem traços asiáticos, relembrando o resto da população da presença da Horde, objecto de desejo pelo Duque, mas que o nega o mais possível. É uma mulher forte, com valores, que acredita no seu trabalho e que se impõe. Ou, pelo menos, tenta. Porém, achei um bocado forçada aquela panca imediata do Rhys pela Mina, que assim que a viu quis logo ir para a cama com ela. Ela faz o seu papel de "c'horror! não quero nada com este homem, credo! mas até é alto... e forte.. e musculado.. ai, não sei! ele matou pessoas!" Eu não tenho um problema com os romances, atenção. Mas neste caso achei aquela fixação dele precoce demais, na história, para além de ele me parecer um bocado bronco e distante. Achei também que nem sempre os motivos e as emoções das personagens são explicadas, e isso fez com que eu não sentisse grande ligação com elas.

A parte da investigação quanto ao tal homicídio até estava a gostar, porque eu gosto sempre quando há um crime, que ninguém sabe porque é que aconteceu, e quem foi, e quem é o morto, só que as outras coisas que acabei por não achar assim tão interessantes desviaram a minha atenção deste enredo. Cheguei a pegar no livro e ter que voltar atrás, porque não me lembrava de quase nada do que tinha acontecido antes. Se calhar não devia ter começado por este livro, quando me aventurei no steampunk. Foi informação a mais que não é explicada logo no início, a falta de empatia para com as personagens, ser um mundo completamente novo ao que estou habituada e, ainda por cima, estar a ler o primeiro livro d'As Brumas de Avalon ao mesmo tempo, que estou a gostar imenso, num mundo que me é completamente familiar e que adoro. Talvez não tenha sido, também, a melhor altura para o ler. Olhem, não sei... O que sei é que não vou desistir deste género, para já, e vou tentar ler outros livros Steampunk que possam ser mais fáceis para eu conseguir entrar no espírito da coisa.

1/6 - Não Terminei

11 de março de 2013

Só Ler Não Basta - Episódio 3.1 "Leituras de Março"


E aqui está mais um Só Ler Não Basta! Desta vez, com as leituras interessantes do mês de Março. Enjoy!



Artigos Interessantes:

Artigo da Diana - How to Dump a Reading Slump
Artigo da Telma - 10 Fictional Characters Based on Real People
Artigo da Carla - Fantasy is Hardly an Escape From Reality

Leituras da Carla:

Possession - A. S. Byatt

Leituras da Telma:

Rebecca - Daphne du Maurier

Leituras da Diana:

A Senhora da Magia - Marion Zimmer Bradley
The Iron Duke - Meljean Brook

5 de março de 2013

Outras Leituras


Aqui estão as minhas leituras interessantes do mês de Fevereiro.

What's Reading For? - Um texto sobre o propósito da leitura. Porque lemos? Para nos abstrairmos da realidade? Para aprendermos outras coisas? Para "viajarmos"? Nas palavras da autora deste texto, "My attitude towards reading is entirely Epicurean — reading is pleasure and I pursue it purely because I like it."

What is a Book Snob? - Acho que em certas alturas todos nós já fomos, ou somos, um pouco snobs no que toca a leituras. Quem nunca olhou de lado alguém só porque essa pessoa está a ler um livro de que não gostamos e, vai daí, a considerarmos inferior por causa disso? Ah pois é... toca a todos.

Susan Cain: The Power of the Introverts - A propósito do seu livro Quiet: The Power of Introverts in a World that can't stop talking, Susan Cain fala, precisamente, dos introvertidos. Daquilo que eles podem trazer a este mundo cada vez mais espalhafatoso e competitivo, dos seus talentos e que a introversão não deve ser algo visto como mau ou de que tenhamos que ter vergonha. Vejam! É um vídeo super interessante.

The 10 Sexiest Books of All Time - E eu que não viesse com listas... Desta vez, a propósito do 110º aniversário de Anaïs Nin, aqui ficam 10 livros essenciais dentro do género da literatura erótica.