As aquisições do mês de Abril foram escassas, mas ainda consegui adquirir dois livros. Uma amiga ofereceu-me o The Selected Poetry and Prose of Shelley, uma colecção de poemas e outros escritos do poeta romântico inglês Percy Bysshe Shelley, e eu comprei o The Great Gatsby, de F. Scott Fitzgerald.
7 de maio de 2013
6 de maio de 2013
Só Ler Não Basta - Episódio 4.2 "Discussão de Gone Girl (Em Parte Incerta)"
E depois de alguns percalços, aqui está o vídeo para a nossa discussão sobre o Gone Girl (Em Parte Incerta)! Pedimos desculpa pela demora, mas quando gravámos o vídeo, a coisa correu mal e o vídeo ficou em parte nenhuma. Tivemos que gravar uma segunda vez e aqui está ele!
Avisamos já que a discussão tem SPOILERS para quem ainda não acabou de ler o livro ou para quem está a considerar lê-lo. Estão avisados: ide por vossa conta e risco. Se quiserem, podem ir cuscar a discussão que houve também, no grupo do Goodreads. Cusquem também o blog da Cat, A Bibliófila, a nossa convidada do mês.
Já sabem, queremos os vossos comentários, seja nos nossos blogs, seja no grupo do Goodreads!
Para quem só quiser a parte audio, para nos ouvir em mp3, é só seguir estas instruções.
5 de maio de 2013
Carrie - Opinião
Título: Carrie
Autor: Stephen King
Lido no Kobo
Sinopse (do Goodreads):
"A modern classic, Carrie introduced a distinctive new voice in American fiction -- Stephen King. The story of misunderstood high school girl Carrie White, her extraordinary telekinetic powers, and her violent rampage of revenge, remains one of the most barrier-breaking and shocking novels of all time.
Make a date with terror and live the nightmare that is...Carrie."
Opinião:
Este foi o primeiro livro do Stephen King que li, espicaçada pelo trailer que a Telma mostrou no episódio das Leituras do mês de Abril, da nova adaptação para o cinema de Carrie.
Carrie conta a história de uma rapariga, Carrie, que sofre vários abusos: é gozada por todos na escola e é vítima de um fanatismo religioso em casa, por parte da sua mãe. Na escola, Carrie não tem amigos, todos a vêem como estranha, todos gozam com ela e a história começa com um evento particularmente traumatizante na vida dela: o aparecimento da sua primeira menstruação e a consequente ridicularização por parte das colegas de turma. A partir daqui, o sangue aparece como um símbolo recorrente em toda a história e vida de Carrie. Em casa, a mãe é uma fanática religiosa, que acha que ter seios é um pecado, ser menstruada é pecado, ser mulher é pecado... Tudo, no fundo, é pecado e Carrie vê-se obrigada a passar horas a rezar, contra a sua vontade, num compartimento minúsculo, escuro, e com uma imagem de Cristo crucificado. Toda a casa, aliás, está cheia de imagens de várias passagens bíblicas em que Deus aparece como figura castigadora. Carrie tem, ainda, o dom da telecinese, ou seja, consegue mover objectos através da força da mente. Este é o mote do livro, e a história do que aconteceu a Carrie na noite do Baile de Finalistas do Liceu é-nos contado através de relatórios policiais, inquéritos, livros que foram escritos sobre o assunto e, também, por um narrador omnisciente, que nos dá um retrato em primeira mão de toda a vida de Carrie e dos eventos daquela noite.
Acontece tanta coisa a Carrie, a carga emocional e psicológica é tanta, que adivinhamos, de antemão, que algo em grande e trágico estará para acontecer. Carrie é levada ao limite quando a única coisa que sempre quis foi integrar-se, ter amigos, partilhar a pessoa que era com outros. Ter uma mãe fanática também não ajudou à formação da sua personalidade. Introvertida, com um constante medo de tudo, medo esse imposto pela mãe através da educação pautada sempre pela presença de um Deus ameaçador e castigador, caso Carrie não faça aquilo que a mãe lhe diz.
Eu gostei bastante deste livro. É uma leitura trágica e triste e Stephen King foca alguns pontos bastante importantes e pertinentes neste livro: as transformações físicas e psicológicas por que as mulheres passam a partir do momento em que têm a primeira menstruação, o bullying, os tempos difícieis que são os anos do liceu, o fanatismo religioso, e a abordagem a um fenómeno cuja existência não reúne consenso, o da telecinese. Gostei da história de Carrie, principalmente porque quando gozamos com alguma coisa ou alguém, nunca sabemos até que ponto é que estamos a tocar num ponto sensível sem sabermos. De certo que já passámos todos por situações semelhantes e como algum comentário, aparentemente inocente, nos magoou tanto.
Gostei deste livro pela história da Carrie, pelos temas que Stephen King aborda, pela sua escrita que é tão crua e pela componente de horror, mais para o fim do livro. Porém, este é um horror provocado pela maldade das pessoas em relação a Carrie. É um livro trágico e triste, como já disse, mas que vai tocar em pontos sensíveis. E foi disso que gostei. Carrie fica-nos na cabeça.
5/6 - Muito Bom
(Esta leitura conta para o desafio Monthly Keyword Challenge)
3 de maio de 2013
Outras Leituras
E aqui estão as minhas descobertas pela internet fora, no mês de Abril.
Doodles by Lewis Carroll: Handwritten Manuscript Pages From Classic Books - Aqui estão imagens de alguns manuscritos de várias obras clássicas da literatura. Vale a pena ver!
Reading Strategies for Difficult Books - Todos sabemos que há livros difíceis de ler. Ou porque são muito complexos, ou porque a linguagem é antiga, com demasiados floreados, ou porque o contexto é completamente desconhecido para nós. Aqui estão algumas dicas para contornarem essas dificuldades.
21 Books Written by and About Women That Every Man Should Read - À parte de serem escritos por mulheres e sobre mulheres, achei que esta lista de livros tem boas sugestões.
The Best Fantasy Novels You (Probably) Haven't Read - Mais uma lista... Não resisti!
Dia Mundial do Livro - Um post do blog da livraria Pó dos Livros, sobre o porquê do não festejo deste dia.
30 de abril de 2013
Top Ten Tuesday - 10 Palavras/Tópicos que me fazem pegar num livro instantaneamente
Top Ten Tuesday desta semana tem a ver com palavras ou tópicos que nos façam imediatamente interessar, e eventualmente comprar, um livro. Penso que todos temos algo que nos desperte a atenção num livro, sejam as capas, os autores ou determinadas palavras num título. E, no meu caso, as palavras ou tópicos são estes:
1. Medieval - Sejam livros de ficção ou não, se tiverem a palavra "medieval" no título ou na sinopse, a minha atenção é garantida. Adoro livros que se passem nesta época ou que tenham alguma ligação à Idade Média. Sou fascinada por esta altura e tudo o que lhe diz respeito interessa-me, seja a história, o pensamento, o modo de vida, a cultura, a arte ou a sociedade.
2. Rainha - Tenho também um gosto enorme por saber sobre as vidas das rainhas, sejam elas inglesas, portuguesas, italianas, francesas... Por isso, se no título estiver a palavra "rainha" ou o nome de alguma rainha, vou olhar para esse livro de certeza. Um dos meus livros favoritos é o The Lady Elizabeth, de Alison Weir, que conta a história de uma mulher que me fascina imenso: a rainha Isabel de Inglaterra. Além disso, há dias acabei por adquirir toda a série sobre as rainhas de Inglaterra, da Jean Plaidy...
3. Lenda Arturiana - Não resisto a livros sobre o Rei Artur, Camelot, Avalon, Morgan le Fay, ou não fosse eu estar a fazer uma tese sobre o assunto, não é verdade? Por isso, se estiverem a pensar em oferecer-me livros, esta é uma jogada segura: Rei Artur!
4. Livros - Livros sobre livros. Haverá coisa mais interessante? :)
5. Segredo - Mistérios são das coisas que mais me seduzem num livro. Segredos, coisas ocultas, locais secretos, mistérios do passado que são recuperados no presente... Adoro! Porque me põe o cérebro a funcionar e obriga-me a tentar descortinar o rumo que a história leva.
6. Religião - Este é outro tópico que adoro num livro. Se meter religião, seja ela a católica, a muçulmana, a judaica, o budismo ou outra qualquer, vou interessar-me de certeza. Gosto de livros que me desafiem, nesse sentido, e que me ensinem mais sobre uma religião que não conheço tão bem ou que desconheço completamente. Gosto de livros que tenham esse cunho religioso.
7. Mitos - Adoro mitos. Seja livros que recontem algum mito, que sejam novas abordagens, diferentes pontos de vista... Tudo serve para alargar horizontes, pensar sobre a importância dos mitos ainda nos dias de hoje e porque eles ainda servem de inspiração para obras contemporâneas.
8. Macabro - Não sei se esta palavra é a mais acertada. Mas o que quis dizer é que livros que contenham sangue, cemitérios, tortura, morte, crimes, provavelmente vão chamar a minha atenção. Ok, se calhar "macabro" é a palavra certa.
9. Conspiração - A verdade é que adoro teorias da conspiração. Coisas maquinadas nos bastidores da história, sem ninguém saber, coisas que acreditamos ser verdade, durante séculos e que, de repente, sabe-se que não é nada daquilo, conspirações políticas, religiosas, sei lá! Há tanta coisa sobre o assunto, mas é verdade que gosto de ler coisas destas.
10. Inglaterra - O facto é que sou apaixonada por esta terra, apesar de nunca ter lá ido. Não consigo bem explicar porquê, mas desde miúda que tenho um fascínio por Inglaterra e por todas as Ilhas Britânicas. Pela sua história, pela cultura, pela geografia... Por isso, se o cenário da história for inglês, pontos a favor para esse livro. Agora pensem nesta junção: Inglaterra, medieval, rei Artur e mitos = perfeição!! :D
O Top Ten Tuesday é uma rubrica semanal do blog The Broke and the Bookish.
28 de abril de 2013
Romancing Mister Bridgerton - Opinião
Título: Romancing Mister Bridgerton (Bridgertons #4)
Autor: Julia Quinn
Lido no Kobo
Sinopse:
"Penelope Featherington has secretly adored her best friend's brother for... well, it feels like forever. After half a lifetime of watching Colin Bridgerton from afar, she thinks she knows everything about him, until she stumbles across his deepest secret... and fears she doesn't know him at all.
Colin Bridgerton is tired of being thought nothing but an empty-headed charmer, tired of everyone's preoccupation with the notorious gossip columnist Lady Whistledown, who can't seem to publish an edition without mentioning him in the first paragraph.
But when Colin returns to London from a trip abroad, he discovers nothing in his life is quite the same, especially Penelope Featherington, the girl haunting his dreams!
And when he discovers that Penelope has secrets of her own, this elusive bachelor must decide... is she his biggest threat, or his promise of a happy ending?"
Opinião:
Ora bem, por onde é que eu começo... É certo que ainda só li quatro livros desta série, mas já tinha um favorito, o The Duke and I, que é o primeiro livro. Porém, termino esta leitura a pensar "damn!" e sei que acabo de eleger mais um favorito. Este Romancing Mister Bridgerton é muito, mas muito bom.
O foco deste "capítulo" na saga dos Bridgertons é Colin, o terceiro irmão mais velho dos oito. No livro anterior, Colin tem uma pequena aparição, nos degraus de sua casa, juntamente com Anthony e Benedict, e no meio da conversa ele solta qualquer coisa como "Não vou, de certeza, casar com a Penelope Featherington!", enquanto a dita Penelope estava especada à porta. É precisamente este momento que o livro recupera e podemos ver, então, a relação entre Colin e Penelope desenvolver-se e evoluir. Ao mesmo tempo que isto acontece, toda a alta sociedade tenta descobrir a identidade da verdadeira Lady Whistledown, motivados pelo desafio de Lady Danbury, que afirma dar uma quantia em dinheiro a quem descobrir quem é a senhora.
Como podem ver, este livro tem bastante mais coisas, quando comparado com os volumes anteriores. Mas isso acontece porque todas as pontas estão interligadas e tudo afecta a vida de Colin e Penelope. E é tão bonito ver a relação que os dois constróem, quase sem darem por isso! Colin é elegante, charmoso, bonito, sabe sempre dizer as coisas certas, todos o adoram. Penelope conhece Colin e a família Bridgerton há vários anos e sempre foi apaixonada por ele. Porém, Penelope sempre fora a rapariga desajeitada, tímida, vestida sempre da maneira errada, sem atractivos físicos, a tal rapariga que passava despercebida e que nunca ninguém ligou nenhuma. E, agora com vinte e oito anos, é considerada uma "spinster". Mais ou menos traduzido, ficaria qualquer coisa como "aquela que vai ficar para tia". Porém, ela é inteligente, atenta aos pormenores, forte e acaba por dar a volta à cabeça de Colin.
Não vou falar da escrita e do humor e de todo o cenário narrativo, porque acho que, depois de lerem as minhas opiniões dos livros anteriores, já perceberam que adoro. Do que eu mais gostei no livro foi mesmo da relação entre ambos. Apesar de ela ter sido apaixonada por Colin quase desde sempre, é interessante ver a mudança da parte dele. Como os sentimentos mudam, a visão em relação a ela muda, o interesse dele para com ela também muda e ele próprio, às tantas, não sabe o que é que se está a passar. Acho que aqui é um daqueles casos em que o amor esteve sempre ali ao lado mas ele nunca se deu ao trabalho de ver. É tão bonito ver o amor entre eles os dois crescer e a tornar-se sólido. Mais porque as acções dele são tão honráveis, carinhosas e protectoras para com ela, algo que Penelope nunca esperaria na vida. E toda aquela cena final trouxe uma lagrimita ao canto do olho.
Não é um conto de fadas, não é um amor à primeira vista nem uma paixão assolapada. São duas pessoas que, parecendo tão diferentes, acabam por ter tantos pontos em comum e que constroem uma relação e um amor profundo um pelo outro, que os faz querer ser pessoas melhores e protegerem-se mutuamente. Foi isto que me encantou neste livro. Isto e a história surpreendente da Lady Whistledown, claro está!
5/6 - Muito Bom
(Esta leitura conta para o desafio Mount TBR Reading Challenge)
24 de abril de 2013
Conheces os teus hábitos de leitura?
Vi isto no blog da Tita que, por sua vez, viu no blog Páginas Encadernadas e que também acabei por ver no blog Este Meu Cantinho... Como achei engraçado, decidi participar e partilhar convosco as minhas respostas. Sei que o Dia Mundial do Livro foi ontem, mas nunca é tarde!
Hoje, Dia Mundial do Livro, tenho um desafio para vos lançar. Um pequeno questionário sobre os nossos hábitos de leitura para nos ficarmos a conhecer melhor! ;) Se tens blog usa estas perguntas e publica-as com as tuas respostas. Se não tens, porque não envias um mail aos teus conhecidos e esperas pelas suas respostas?
1. Gostas de comer/petiscar enquanto lês? Se sim, qual o teu petisco favorito?
Sinceramente, prefiro não estar a comer ou a beber enquanto leio. Primeiro, porque sou um bocado desastrada e corro o risco de sujar o livro. Segundo, porque adoro comer e se estiver a ler e a comer ao mesmo tempo, não me consigo concentrar no livro, por causa do sabor da comida :P
2. Qual é a tua bebida favorita para acompanhar uma leitura?
Gosto de beber chá.
3. Costumas sublinhar uma ou outra passagem enquanto lês um livro ou achas que escrever nos livros é uma ideia abominável?
Quando são livros que estou a usar para a faculdade, seja de investigação ou livros para análise literária, sim, costumo sublinhar. Tenho vários livros sublinhados e com apontamentos nas margens. Haviam de ver a minha "The Wasteland" do T. S. Eliot....
4. Como marcas os livros quando interrompes a leitura? Tens um marcador especial ou usas o que tiveres à mão (ex. bilhete de autocarro, um papel dobrado, etc)? Ou dobras o canto da folha do livro?
Tenho sempre um marcador. Aliás, tenho vários marcadores e assim que começo a ler um livro atribuo-lhe logo um marcador. Mas dobrar os cantos das folhas: nunca!
5. Qual o teu género de eleição: ficção, não-ficção ou ambos?
Gosto de ambos, desde que tratem de assuntos pelos quais eu me interesse. Mas, de momento, ficção.
6. Gostas de ler até ao fim do capítulo ou interrompes a leitura em qualquer sítio?
Gosto de ler até ao fim do capítulo, mas às vezes tenho que interromper a leitura antes que o capítulo acabe. Isto acontece, principalmente, porque leio nos transportes públicos e não dá para dizer ao condutor do comboio "olhe, vá mais devagar para eu ter tempo de acabar este capítulo!"
7. És do tipo de pessoa que atira o livro de um lado ao outro da sala caso o autor te irrite?
Hahaha! Às vezes vontade não falta! Mas meu rico livrinho... Seja qual for o motivo que me faça ter essa vontade, ela nunca acaba por ser concretizada.
8. Se encontras uma palavra que desconheces vais logo procurar o seu significado?
Não. Continuo a ler, tento perceber a palavra dentro daquele contexto, espero que ela apareça mais vezes para ver se realmente é aquilo que penso e, se não for, então aí vou ao dicionário.
9. O que estás a ler presentemente?
Estou a ler Romancing Mister Bridgerton, da Julia Quinn. Quarto livro da série Bridgertons.
10. Qual foi o último livro que compraste para oferecer?
Boa pergunta... *puxa pela cabeça* Foi no natal, ofereci o Chocolate da Joanne Harris, à minha mãe.
11. És do tipo de pessoa que só lê um livro de cada vez ou lês vários livros ao mesmo tempo?
A faculdade treinou o meu cérebro a ler mais do que uma coisa ao mesmo tempo. Por isso, sou capaz de estar a ler dois ou três livros ao mesmo tempo. E não, não misturo as histórias.
12. Tens um sítio favorito onde ler? E qual a melhor altura do dia?
Gosto de ler na minha cadeira de secretária ou, agora que está bom tempo, na minha varanda. Apesar de ser fechada, sempre dá para ver a rua, o céu, apanhar um solinho, sentir o vento quando tenho a janela aberta... Gosto :) Ler na cama é demasiado perigoso. Adormeço sempre, independentemente da altura do dia... Quanto à altura do dia, gosto de ler à tarde ou pela noite dentro.
13. Preferes séries ou histórias únicas?
Para mim, desde que as histórias sejam boas, tanto faz. Mas ultimamente prefiro, ou sinto a necessidade, de histórias que se resolvam num único livro, que não se dispersem. Parece que, agora, sempre que me interesso por um livro ele é parte de uma saga. Já cansa... Já tenho algumas séries começadas, inacabadas, outras que tenho aqui por ler... Bem, é melhor não ir por aí. Neste momento, procuro histórias que comecem, se desenvolvam e acabem num livro só.
14. Tens algum livro ou autor específico que dês por ti a recomendar vezes sem conta?
Depende do gosto das pessoas, não vou recomendar autores ou livros de fantasia a quem não gosta do género, por exemplo. Mas alguns livros que costumo recomendar são, claro, aqueles de que mais gosto: Jane Eyre, da Charlotte Brontë, A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón, os livros do George R. R. Martin, da Julia Quinn (sim, sou uma convertida), Memoirs of a Geisha, do Arthur Golden, O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, as obras do Shakespeare, and so on, and so on...
15. Como organizas a tua biblioteca? Por género, por título, pelo nome do autor ou pela editora?
Neste momento organizo a minha biblioteca de acordo com o espaço que tenho, que é praticamente nenhum :P Mas, de qualquer maneira, mesmo estando aqui algo amontoados, os livros que são de um mesmo autor, estão todos juntos.
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