15 de maio de 2013

Adult Dystopia Challenge



Como podem já ter reparado, este ano meti-me em alguns desafios literários. E hoje, enquanto passeava pela internet fora, encontrei mais este: o Adult Dystopia Challenge, do blog Uncorked Thoughts. O facto de se focar num género do qual ainda li muito pouco, mas do pouco que li gostei imenso, foi um ponto a favor. Para além disso, não tem um limite temporal, é para ir lendo conforme nos for apetecendo, e isso também é um ponto atractivo. Este desafio consta em lermos esta lista de 70 livros distópicos, dos quais já li 4 que já estão riscados.
Entretanto, já peguei isto à Slayra do blog Livros, Livros e Mais Livros, também :D Se quiserem, ajuntem-se!

Os Livros:

1. White Horse by Alex Adams
2. Feed by M. T. Anderson
3. The Handmaid’s Tale by Margaret Atwood
4. Oryx and Crake by Margaret Atwood
5. The Year of the Flood by Margaret Atwood
6. The Windup Girl by Paolo Bacigalupi
7. Nod by Adrian Barnes
8. City of Bohane by Kevin Barry
9. Jennifer Government by Max Barry
10. Mountain Man by Keith Blackmore
11. Fahrenheit 451 by Ray Bradbury
12. The Postman by David Brin
13. The Sheep Look Up by David Brin
14. Armageddon’s Children by Terry Brooks
15. The End of This Day’s Business by Katharine Burdekin
16. A Clockwork Orange by Anthony Burgess
17. The Wanting Seed by Anthony Burgess
18. Veracity by Laura Bynum
19. The Death of Grass by John Christopher
20. The Passage by Justin Cronin
21. The Twelve by Justin Cronin
22. Do Androids Dream of Electric Sheep? by Philip K. Dick
23. Shades of Grey by Jasper Fforde
24. Alas Babylon by Pat Frank
25. The Carhullan Army by Sarah Hall
26. The Gone-Away World by Nick Harkaway
27. Into the Forest by June Hegland
28. The Unit by Ninni Holmqvist
29. The Possibility of an Island by Michel Houellebecq
30. Brave New World by Aldous Huxley
31. Never Let Me Go by Kazuo Ishiguro
32. This Dark Earth by John Hornor Jacobs
33. The Children of Men by P. D. James
34. When She Woke by Hillary Jordan
35. The Trial by Franz Kafka
36. In a Perfect World, by Laura Kasischke
37. The Stand by Stephen King
38. Always Coming Home by Ursula LeGuin
39. Lathe of Heaven by Ursula K. LeGuin
40. The First Century After Beatrice by Amin Maalouf
41. I am Legend by Richard Matheson
42. The Road by Cormac McCarthy
43. A Creed for the Third Millennium by Colleen McCollough
44. I Have Waited and You Have Come by Martine McDonagh
45. A Canticle for Leibowitz by Walter M. Miller Jr.
46. Cloud Atlas by David Mitchell
47. V for Vendetta by Alan Moore
48. 1Q84 by Haruki Murakami
49. Bend Sinister by Vladimir Nabokov
50. Sulphuric Acid by Amelie Nothomb
51. 1984 by George Orwell
52. Anthem by Ayn Rand
53. Mistborn by Brandon Sanderson
54. Blindness by Jose Saramago
55. Seeing by Jose Saramago
56. The Diamond Age by Neal Stephenson
57. Earth Abides by George R Stewart
58. Dies the Fire by S. M. Stirling
59. The Domination by S. M. Stirling
60. A Voyage to Kazohinia by Sandor Szathmari
61. Battle Royale by Koushun Takami
62. Far North by Marcel Theroux
63. The Traveler by John Twelve Hawks
64. The Sleeper Awakes by H.G. Wells
65. The Time Machine by H.G. Wells
66. Julian Comstock: A Story of 22nd Century America by Robert Charles Wilson
67. The Book of the New Sun by Gene Wolfe
68. The Crysalids by John Wyndham
69. We by Yvengy Zamyatin
70. Corpus delicti by Juli Zeh

14 de maio de 2013

Top Ten Tuesday - 10 Livros que lidem com temas complicados


Esta semana é suposto fazermos um top 10 dos livros que lemos e que tratam de temas que são menos confortáveis, coisas complicadas (abuso, suicídio, dor, ou algo que seja difícil para nós, em termos pessoais). E aqui estão eles:

1. The Bell Jar - Sylvia Plath - É-me difícil falar deste livro, por causa da sua temática e por causa daquilo que representa para mim. É um dos meus livros preferidos, li-o duas vezes, conta a história de uma jovem mulher, Esther, que tem o mundo pela frente, todas as oportunidades que qualquer rapariga da idade dela quereria ter, e vê-se numa espiral depressiva, dentro de uma campânula de vidro metafórica, sufocada pela sua doença mental. Não é um livro para se ler de ânimo leve porque é pesado, claustrofóbico mas tão, tão verdadeiro. E a escrita de Plath é maravilhosa.

2. The Heroin Diaries - Nikki Sixx - Comprei este livro porque sou fã dos Mötley Crue e resolvi ler esta biografia de Nikki Sixx, o baixista da banda. Também não é coisa que se leia de ânimo leve. Esta biografia representa apenas um ano na vida do baixista, durante a década de 80, onde podemos ver o deboche, o consumo de álcool e drogas pesadas, a sua instabilidade emocional, física, alterada por esse mesmo consumo, os concertos, o convívio com os outros, etc. É a transcrição dos diários de Nikki, sem alterações, juntamente com comentários de amigos, pessoas que conviveram com ele de perto, nessa altura, fotos e um design que complementa muito bem o livro e o tema. Mas atentem ao título: não é fácil de se ler.

3. Revolutionary Road - Richard Yates - Este livro deixa-nos um gosto amargo quando o acabamos. É um murro no estômago. Fala-nos de desejos que ficam por concretizar, de ressentimentos que nos matam aos poucos, de palavras que não dizemos por bem das aparências, de um amor que morre na praia, de vidas que acabam por tomar rumos que nunca se previa. Não me consegui sentir confortável em um único momento deste livro, talvez porque o autor toca em pontos tão sensíveis e de uma forma tão realista que é incómodo para o leitor. Ainda assim, um óptimo livro para se ler.

4. Uma Casa na Escuridão - José Luís Peixoto - Foi o primeiro livro que li do Peixoto e, até agora, continua a ser o meu preferido. Como é possível encontrar beleza, amor, esperança, num espaço de dor, crueldade e escuridão? É disso que este livro nos fala. Demorou-me meses a lê-lo, porque a escrita do autor, apesar de bela e poética, é densa e a maneira como ele aborda as coisas também não é das mais fáceis. Primeiro estranha-se e depois entranha-se. Tenho que o reler um dia destes. Mas não quando estiver mais em baixo...

5. Lolita - Vladimir Nabokov - Li esta obra o ano passado e é uma espécie de "mindfuck". Ou seja: homem de meia idade que se envolve com uma miúda de 13 anos. Pedofilia, certo? Certo. Porém, o autor narra esta história de uma tal maneira, que não conseguimos não sentir simpatia por Humbert, nem achar que Lolita é completamente inocente. Mas também não nos podemos fiar completamente no narrador, o próprio Humbert, porque ele está a contar a história à sua maneira, podendo relatar os eventos de maneira distorcida. E agora, em que é que ficamos?

6. Night - Elie Wiesel - Holocausto. Há tema mais pesado que este? Night é um testemunho na primeira pessoa, de Elie Wiesel, que sobreviveu ao campo de concentração de Buchenwald. Pode-se ler muito sobre o assunto, pode ver-se programas na tv, estudar esta época nos livros de história. Mas saber o que é, realmente, estar numa situação daquelas, é impossível. É um livro poderoso, chocante, e emocionante.

7. Touching From a Distance - Deborah Curtis - Este livro fala-nos de Ian Curtis e dos Joy Division. Fala-nos da doença de Curtis, epilepsia, da sua introversão, das suas mudanças de humor, da formação dos Joy Division, do seu casamento com Deborah, da sua expressão através da música e da escrita. O livro tem um tom lúgubre, trágico quase desde o início, porque sabemos como Ian Curtis morreu. Mas este relato da viúva, Deborah, torna tudo mais real e mais duro. 

8. Os Filhos da Droga - Christiane F. - Acho que este livro foi-me dado pela minha mãe, numa altura que ela andava aqui por casa a fazer prevenção contra a droga :P Eu devia ter uns 13 anos, por isso, estava na idade para começar a saber estas coisas. Li o livro e, na altura, lembro-me que fiquei super chocada, porque não fazia ideia daquilo que acontecia a alguém que consumia drogas pesadas. Acho que é um relato cru e directo sobre aquilo que realmente é viver no mundo da droga.

9. Lições do Abismo - Daniel Sampaio - A minha adolescência foi muito complicada. Não porque tenha tido uma família desetruturada, ou porque tenha passado por eventos traumatizantes, nem nada do género. Era uma coisa interior, emocionalmente e psicologicamente nunca fui muito estável e numa altura em que as hormonas andam descontroladas e passamos por várias mudanças a todos os níveis, este livro ajudou-me a "aguentar" algumas coisas e a sentir que não estava sozinha. Revi-me em muitas coisas relatadas pelos dois jovens aqui presentes, Sónia e Miguel, consegui perceber algumas coisas através das intervenções de Sampaio, no livro, e quis saber, a dada altura, se a Casa Encantada de facto existia.

10. The Howl - Allen Ginsberg - Não, este não é um livro. É um poema longo, de 1956, do poeta norte-americano Allen Ginsberg, que fala dos génios da sua geração que acabaram por se perder, de várias maneiras. O poema é lindíssimo, um dos meus preferidos, mas as imagens que evoca são cruas, foram consideradas obscenas por isso mesmo. Ginsberg é associado à Beat Generation, na qual também se inserem Jack Kerouac e William S. Burroughs, e podem ler este poema aqui.
Há, também, uma adaptação fantástica, com o James Franco, cuja narrativa não é linear: mistura a vida do autor, com a narração do poema, com animação, com cenas a preto e branco, com o julgamento sobre a suposta obscenidade do poema, e James Franco está muito bom neste papel. Aconselho!

(O Top Ten Tuesday é uma rubrica semanal do blog The Broke and the Bookish)

7 de maio de 2013

Aquisições de Abril

As aquisições do mês de Abril foram escassas, mas ainda consegui adquirir dois livros. Uma amiga ofereceu-me o The Selected Poetry and Prose of Shelley, uma colecção de poemas e outros escritos do poeta romântico inglês Percy Bysshe Shelley, e eu comprei o The Great Gatsby, de F. Scott Fitzgerald.


6 de maio de 2013

Só Ler Não Basta - Episódio 4.2 "Discussão de Gone Girl (Em Parte Incerta)"

E depois de alguns percalços, aqui está o vídeo para a nossa discussão sobre o Gone Girl (Em Parte Incerta)! Pedimos desculpa pela demora, mas quando gravámos o vídeo, a coisa correu mal e o vídeo ficou em parte nenhuma. Tivemos que gravar uma segunda vez e aqui está ele!
Avisamos já que a discussão tem SPOILERS para quem ainda não acabou de ler o livro ou para quem está a considerar lê-lo. Estão avisados: ide por vossa conta e risco. Se quiserem, podem ir cuscar a discussão que houve também, no grupo do Goodreads. Cusquem também o blog da Cat, A Bibliófila, a nossa convidada do mês.

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Já sabem, queremos os vossos comentários, seja nos nossos blogs, seja no grupo do Goodreads!
Para quem só quiser a parte audio, para nos ouvir em mp3, é só seguir estas instruções.

5 de maio de 2013

Carrie - Opinião


Título: Carrie
Autor: Stephen King
Lido no Kobo
Sinopse (do Goodreads):
"A modern classic, Carrie introduced a distinctive new voice in American fiction -- Stephen King. The story of misunderstood high school girl Carrie White, her extraordinary telekinetic powers, and her violent rampage of revenge, remains one of the most barrier-breaking and shocking novels of all time.

Make a date with terror and live the nightmare that is...Carrie."

Opinião:

Este foi o primeiro livro do Stephen King que li, espicaçada pelo trailer que a Telma mostrou no episódio das Leituras do mês de Abril, da nova adaptação para o cinema de Carrie.

Carrie conta a história de uma rapariga, Carrie, que sofre vários abusos: é gozada por todos na escola e é vítima de um fanatismo religioso em casa, por parte da sua mãe. Na escola, Carrie não tem amigos, todos a vêem como estranha, todos gozam com ela e a história começa com um evento particularmente traumatizante na vida dela: o aparecimento da sua primeira menstruação e a consequente ridicularização por parte das colegas de turma. A partir daqui, o sangue aparece como um símbolo recorrente em toda a história e vida de Carrie. Em casa, a mãe é uma fanática religiosa, que acha que ter seios é um pecado, ser menstruada é pecado, ser mulher é pecado... Tudo, no fundo, é pecado e Carrie vê-se obrigada a passar horas a rezar, contra a sua vontade, num compartimento minúsculo, escuro, e com uma imagem de Cristo crucificado. Toda a casa, aliás, está cheia de imagens de várias passagens bíblicas em que Deus aparece como figura castigadora. Carrie tem, ainda, o dom da telecinese, ou seja, consegue mover objectos através da força da mente. Este é o mote do livro, e a história do que aconteceu a Carrie na noite do Baile de Finalistas do Liceu é-nos contado através de relatórios policiais, inquéritos, livros que foram escritos sobre o assunto e, também, por um narrador omnisciente, que nos dá um retrato em primeira mão de toda a vida de Carrie e dos eventos daquela noite.

Acontece tanta coisa a Carrie, a carga emocional e psicológica é tanta, que adivinhamos, de antemão, que algo em grande e trágico estará para acontecer. Carrie é levada ao limite quando a única coisa que sempre quis foi integrar-se, ter amigos, partilhar a pessoa que era com outros. Ter uma mãe fanática também não ajudou à formação da sua personalidade. Introvertida, com um constante medo de tudo, medo esse imposto pela mãe através da educação pautada sempre pela presença de um Deus ameaçador e castigador, caso Carrie não faça aquilo que a mãe lhe diz. 

Eu gostei bastante deste livro. É uma leitura trágica e triste e Stephen King foca alguns pontos bastante importantes e pertinentes neste livro: as transformações físicas e psicológicas por que as mulheres passam a partir do momento em que têm a primeira menstruação, o bullying, os tempos difícieis que são os anos do liceu, o fanatismo religioso, e a abordagem a um fenómeno cuja existência não reúne consenso, o da telecinese. Gostei da história de Carrie, principalmente porque quando gozamos com alguma coisa ou alguém, nunca sabemos até que ponto é que estamos a tocar num ponto sensível sem sabermos. De certo que já passámos todos por situações semelhantes e como algum comentário, aparentemente inocente, nos magoou tanto.

Gostei deste livro pela história da Carrie, pelos temas que Stephen King aborda, pela sua escrita que é tão crua e pela componente de horror, mais para o fim do livro. Porém, este é um horror provocado pela maldade das pessoas em relação a Carrie. É um livro trágico e triste, como já disse, mas que vai tocar em pontos sensíveis. E foi disso que gostei. Carrie fica-nos na cabeça.

5/6 - Muito Bom

(Esta leitura conta para o desafio Monthly Keyword Challenge)

3 de maio de 2013

Outras Leituras


E aqui estão as minhas descobertas pela internet fora, no mês de Abril.

Doodles by Lewis Carroll: Handwritten Manuscript Pages From Classic Books - Aqui estão imagens de alguns manuscritos de várias obras clássicas da literatura. Vale a pena ver!

Reading Strategies for Difficult Books - Todos sabemos que há livros difíceis de ler. Ou porque são muito complexos, ou porque a linguagem é antiga, com demasiados floreados, ou porque o contexto é completamente desconhecido para nós. Aqui estão algumas dicas para contornarem essas dificuldades.

21 Books Written by and About Women That Every Man Should Read - À parte de serem escritos por mulheres e sobre mulheres, achei que esta lista de livros tem boas sugestões.

The Best Fantasy Novels You (Probably) Haven't Read - Mais uma lista... Não resisti!

Dia Mundial do Livro - Um post do blog da livraria Pó dos Livros, sobre o porquê do não festejo deste dia.

30 de abril de 2013

Top Ten Tuesday - 10 Palavras/Tópicos que me fazem pegar num livro instantaneamente


Top Ten Tuesday desta semana tem a ver com palavras ou tópicos que nos façam imediatamente interessar, e eventualmente comprar, um livro. Penso que todos temos algo que nos desperte a atenção num livro, sejam as capas, os autores ou determinadas palavras num título. E, no meu caso, as palavras ou tópicos são estes:

1. Medieval - Sejam livros de ficção ou não, se tiverem a palavra "medieval" no título ou na sinopse, a minha atenção é garantida. Adoro livros que se passem nesta época ou que tenham alguma ligação à Idade Média. Sou fascinada por esta altura e tudo o que lhe diz respeito interessa-me, seja a história, o pensamento, o modo de vida, a cultura, a arte ou a sociedade.

2. Rainha - Tenho também um gosto enorme por saber sobre as vidas das rainhas, sejam elas inglesas, portuguesas, italianas, francesas... Por isso, se no título estiver a palavra "rainha" ou o nome de alguma rainha, vou olhar para esse livro de certeza. Um dos meus livros favoritos é o The Lady Elizabeth, de Alison Weir, que conta a história de uma mulher que me fascina imenso: a rainha Isabel de Inglaterra. Além disso, há dias acabei por adquirir toda a série sobre as rainhas de Inglaterra, da Jean Plaidy... 


3. Lenda Arturiana - Não resisto a livros sobre o Rei Artur, Camelot, Avalon, Morgan le Fay, ou não fosse eu estar a fazer uma tese sobre o assunto, não é verdade? Por isso, se estiverem a pensar em oferecer-me livros, esta é uma jogada segura: Rei Artur!

4. Livros - Livros sobre livros. Haverá coisa mais interessante? :)

5. Segredo - Mistérios são das coisas que mais me seduzem num livro. Segredos, coisas ocultas, locais secretos, mistérios do passado que são recuperados no presente... Adoro! Porque me põe o cérebro a funcionar e obriga-me a tentar descortinar o rumo que a história leva. 

6. Religião - Este é outro tópico que adoro num livro. Se meter religião, seja ela a católica, a muçulmana, a judaica, o budismo ou outra qualquer, vou interessar-me de certeza. Gosto de livros que me desafiem, nesse sentido, e que me ensinem mais sobre uma religião que não conheço tão bem ou que desconheço completamente. Gosto de livros que tenham esse cunho religioso.

7. Mitos - Adoro mitos. Seja livros que recontem algum mito, que sejam novas abordagens, diferentes pontos de vista... Tudo serve para alargar horizontes, pensar sobre a importância dos mitos ainda nos dias de hoje e porque eles ainda servem de inspiração para obras contemporâneas.

8. Macabro - Não sei se esta palavra é a mais acertada. Mas o que quis dizer é que livros que contenham sangue, cemitérios, tortura, morte, crimes, provavelmente vão chamar a minha atenção. Ok, se calhar "macabro" é a palavra certa.

9. Conspiração - A verdade é que adoro teorias da conspiração. Coisas maquinadas nos bastidores da história, sem ninguém saber, coisas que acreditamos ser verdade, durante séculos e que, de repente, sabe-se que não é nada daquilo, conspirações políticas, religiosas, sei lá! Há tanta coisa sobre o assunto, mas é verdade que gosto de ler coisas destas.

10. Inglaterra - O facto é que sou apaixonada por esta terra, apesar de nunca ter lá ido. Não consigo bem explicar porquê, mas desde miúda que tenho um fascínio por Inglaterra e por todas as Ilhas Britânicas. Pela sua história, pela cultura, pela geografia... Por isso, se o cenário da história for inglês, pontos a favor para esse livro. Agora pensem nesta junção: Inglaterra, medieval, rei Artur e mitos = perfeição!! :D

O Top Ten Tuesday é uma rubrica semanal do blog The Broke and the Bookish