8 de fevereiro de 2010

Novidades Esfera do Caos para Fevereiro

Nas livrarias a partir do dia 15 de Fevereiro, pela editora Esfera do Caos, contam-se os seguintes livros:

Título: Um Mundo Liderado por Mulheres
Autor: Francisco Domingues
ISBN: 978-989-680-002-4
Páginas: 144
Sinopse:
"Este livro assume o desafio de conceber um Mundo Novo, um mundo que dê corpo à ideia do «Paraíso na Terra» ― o único paraíso racionalmente possível, segundo o autor ―, convocando a Mulher como o paradigma de uma liderança capaz de mudar a nossa atitude perante a vida e os outros.
O que agora temos ― um mundo de violência, de guerra, de competição desenfreada, de corrupção, de ambições desmedidas e de desigualdades ― tem de dar lugar ao que devíamos ter: uma sociedade de fraternidade universal.
Polémicas e audaciosas, as propostas do autor levam-nos a reflectir sobre a necessidade de reconverter as sociedades actuais e de questionar a credibilidade dos paraísos ou infernos prometidos pelas religiões. O leitor poderá não concordar, mas não ficará indiferente!

COMO SERIA O MUNDO EM QUE VIVEMOS… SE AS MULHERES GOVERNASSEM À ESCALA GLOBAL?

Para uns, as ideias aqui apresentadas serão radicais e utópicas, eivadas de ingenuidade ou mesmo risíveis. Para outros, serão magistrais linhas de força de um programa indispensável e urgente, embora revolucionário por atentar contra o sistema instituído.
Utópico ou exequível? Merecedor de desdém ou imprescindível? Demasiado ambicioso ou radicado num imperativo incontornável?
A resposta caberá por inteiro ao leitor!"


Título: No Labirinto do Minotauro
Autor: Vinício de Sousa
ISBN: 978-989-680-000-0
Páginas: 216
Sinopse:
"Uma obra sistemática e esclarecedora sobre as raízes do fenómeno bélico, os fun­da­mentos da conflitualidade e as relações entre a política e a guerra. Sem dúvida, um manual de referência no domínio da Teoria Polí­tica da Conflitualidade, indispensável para as áreas da Ciência Política, Relações Internacionais e Sociologia dos Conflitos.

Para os que se interessam por este tema, é um documento actual e revelador. Para os que estudam estas matérias, é uma ferramenta de consulta e aprofunda­mento de conhecimentos. Para os que leccionam nestas áreas, é um poderoso ins­tru­mento de apoio.

Um precioso contributo para a compreensão deste domínio complexo e labiríntico."


Título: Carta Aberta a Salazar Seguida de Cântico do País Emerso de Natália Correia
Autor: Henrique Galvão
ISBN: 978-989-680-001-7
Páginas: 136
Sinopse:
"«Ninguém conhece melhor o amo que o seu criado de quarto.»

Henrique Galvão recorria frequentemente a esta ideia para, de forma alegórica ― considerando ter sido «criado de quarto de Salazar» ―, significar que, por ter servido intimamente o ditador e o regime, ninguém os conhecia melhor do que ele.
E de facto, esta Carta Aberta a Salazar é uma das mais brilhantes análises, a que podemos ter acesso, da ideologia salazarista e da personalidade do ditador, por um lado, e, por outro, dos resultados obtidos pelo Estado Novo ― a sua «ver­dadeira obra» ― nos planos social e económico.
As três primeiras edições deste livro, de 1959, foram apreendidas pela PIDE quase à saída da máquina. Uma nova edição surgiu na Venezuela, em 1960, e entrou clandes­tinamente em Portugal ― também desta, poucos foram os exemplares que escaparam às garras da polícia política. A edição que agora fica disponível não vai ter, naturalmente, o mesmo destino!

Uma crítica acutilante e demolidora, saída da pena do Capitão dos Impossíveis.

Nem os Homens se medem a palmo, nem os livros a peso. Neste “leve e breve livro” ficamos a conhecer muito melhor, por diferentes e contraditórias razões, três grandes figuras da nossa história contemporânea, nos domínios da governação, da revolução democrática e da poesia. Salazar, o Déspota, Henrique Galvão, o Libertador, e Natália Correia, a Poetisa.
Velhos e novos, seja qual for a nossa preferência ideológica, todos devíamos ficar a conhecer o “Manholas” segundo a exaustiva e profunda descrição que dele faz o “Impala”. Salazar e Galvão, símbolos e actores incontornáveis de quase meio século da sofrida vida dos portugueses, são-nos aqui diversamente revelados. Galvão e Natália por obra própria, Salazar pela virulenta mas lúcida escrita de Galvão."

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